A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba decidiu ontem converter a prisão preventiva do defensor público Marcos Melo, alvo de investigação do Gaeco na Operação Integridade, em prisão domiciliar. Ele estava preso desde o início de dezembro, acusado de tentar atrapalhar as investigações.
Marcos Melo foi alvo de mandado de busca em novembro, juntamente com um assessor e advogados. As suspeitas são de captação irregular de demandas e ajuizamento de ações em nome de terceiros sem consentimento, ou até de falecidos.
Durante o julgamento os desembargadores entenderam pela imposição de medidas cautelares, como a proibição de acessar as dependências da Defensoria Pública, proibição de manter contato com outros investigados e o uso de tornozeleira eletrônica.
O uso de tornozeleira foi proposto pelo desembargador Ricardo Vital. Ele defendeu que o equipamento garante o cumprimento das demais medidas.
Após a operação o defensor já tinha sido afastado das funções, na sede de Guarabira. Recentemente ele ingressou com um pedido de aposentadoria.
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